Ricardo Artifon

Douglas em ação pela Seleção Brasileira de Futsal. Pivô marcou dois gols na goleada sobre a Polônia

O pivô Douglas Nunes sabe que não ter vida fácil até cavar uma vaga com a camisa da seleção brasileira de futsal. Por isso mesmo, ele está ciente que dois gols por jogo, como foi contra a Polônia, neste domingo, no Centro Olímpico, em Uberaba, pode não ser suficiente e dá a receita: ajudar a equipe tanto no ataque, quanto na defesa.

O pivô do Corinthians comemorou os dois gols na vitória por 5 a 0 sobre os poloneses, que deram tranquilidade ao Brasil no jogo, e a segunda oportunidade dele com a camisa da seleção brasileira. Ele reconhece a dificuldade da brigar com Dieguinho, Ferrão e Pito, mas garante que está procurando o espeço dele.

– Todo jogo é importante, os treinamentos também são importantes. A vaga é muito difícil. Sabemos que são grandes jogadores jogando no Brasil e jogando fora, mas venho buscando meu espaço. Deixo para a cabeça do professor – afirmou.

Para não sair do radar de Marquinhos Xavier, Douglas diz que, mais do que fazer os gols, eles buscam sempre entrar bem em quadra e ajudar onde for preciso, na defesa, ou no ataque.

– Importante fazer os gols, mas também jogar bem. Ajudar a equipe dentro e fora de quadra. Ajudar na marcação, os gols vão acontecendo. Tem que ajudar de todas as formas: atacando, defendendo, tem que fazer o melhor em todos os cantos – concluiu.