“Todo mundo fala que a cidade tem raiz. Quem sai, acaba voltando”. Ao rir de um jargão conhecido na cidade, Antoniazzi, 23 anos de idade, retornou em 2019 para o clube catarinense, da cidade onde nasceu e cresceu. Ele conversou com João Barreto, repórter da LNFTV e TV NSports em mais uma Live do Instagram da LNF.

Desde os tempos de fraldinha, até iniciar a carreira e jogar por Minas, Corinthians e Tubarão, já se passou um bom período. No Joaçaba pretende ajudar a colocar a cidade natal no mapa da modalidade.

“Joaçaba entrou na vitrine da bola e agora a galera está conhecendo bastante. Ainda mais com o título recente da Recopa, foi um passo a mais para a cidade aparecer no cenário nacional”, comemora o jogador. Confira abaixo os principais trechos da Live com Antoniazzi.

Mayelle Hall

Antoniazzi defende o Joaçaba nesta temporada

Joaçaba, a cidade: “Não tem como não falar que a cidade não respira futsal. Pessoal participa bastante, o ginásio está sempre cheio. Sempre a ideia de entrar na Liga foi apoiada pela comunidade.”

Joaçaba, o time: “Joaçaba entrou na vitrine da bola e agora a galera está conhecendo bastante. Ainda mais agora com o título da Recopa, foi um passo a mais para a cidade aparecer no cenário nacional.”

Futsal ou campo: “Na época de escolinhas da AABB, conciliava campo e futsal. Tentei ali até os 13 anos, mas era outro tempo. Não tive propostas e o que me abriu as portas primeiro foi o futsal e aí iniciei na modalidade.”

Pivô mais difícil de marcar: “No Corinthians era muito difícil de marcar o Vander Carioca. Posso falar que é o cara mais encardido, mesmo que nos treinos. Outro cara complicado que enfrentei foi o Douglas D9, pela forma de atuar, passada larga e habilidoso.”

Carreira: “A gente sempre traça objetivos para ter um foco. Esse ano é atípico. Ainda não perdi o sonho de ir atuar lá fora, quem sabe na Espanha. Mas estou realizado de jogar a LNF, a mais top de se assistir.”

Futuro do futsal: “Avançamos muito como esporte, mas falta muito para o futsal se profissionalizar. Sou novo, tenho pouco tempo no meio, mas o que me passam, principalmente os treinadores de outras épocas, já houve passos importantes dados.”

Desafio na carreira: “Ter a mente forte, se regrar bastante em alimentação, cuidar do corpo é o mais difícil. Depois de semanas desgastantes, o corpo, às vezes, pede uma besteira para comer, por exemplo um copo de refrigerante. A temporada é muito longa e exige bastante.”

Chute forte: “Desde pequeno chutava até toco (risos). Sempre foi minha característica finalizar bem, de qualquer distância.”

A próxima Live da LNF será com Lucas Freitas, ala da Intelli Tempersul.