O novo técnico do Marreco Futsal, Sérgio Luiz Schiochet, o Serginho Bigode, de 59 anos, já está comandando os treinos da equipe de Francisco Beltrão com foco nas duas decisões que vêm pela frente. O Marreco irá disputar a semifinal da Série Ouro do Campeonato Paranaense, contra o Dois Vizinhos, além das quarta de final da Liga Futsal Paraná, contra o Foz Cataratas.

Adolfo Pegoraro

Serginho conversa com jogadores do Marreco

Serginho, que já comandou a Seleção Brasileira, foi apresentado oficialmente na última segunda-feira (4).  “É um novo sistema, isso é nítido, mas aos poucos a gente vai querendo agregar alguma coisa que possa melhorar ainda mais o que vinha se fazendo. Sabemos que será um jogo muito difícil em Dois Vizinhos, mas é um momento especial pra nós, que estamos nessa situação de disputar uma semifinal. É uma reta final de ano um tanto pesada para os atletas, mas o grupo tem que estar preparado pra isso, porque se trabalha pra passar por essa dificuldade”, disse o treinador.

Estratégia é não sobrecarregar

No primeiro dia de treinos com bola, ontem, Serginho afirmou que a estratégia para os jogos decisivos é não sobrecarregar os atletas. “A primeira preocupação nossa é com as pequenas lesões, são jogadores importantes que vinham atuando, então a estratégia nesse momento é na limitação ou no tempo de treino, não podemos sobrecarregar demais o atleta. Eu, como treinador, gostaria de sem dúvidas poder treinar muito mais”, comentou.

A expectativa é de casa cheia para o jogo deste sábado, às 20h30, no Ginásio Teodorico Guimarães, em Dois Vizinhos. “Já vou começar a sentir a pressão dos clássicos, eu fui lá no sábado e quando você vê um ginásio superlotado, as torcidas apoiando, um jogo bonito e duas equipes jogando realmente um futsal agradável, isso nos motiva. Esperamos que possamos alcançar bons resultados, como eu falei, é um momento de turbulência, algumas incertezas, treinador novo chegando, nem sempre a derrota é o fim do mundo e nem sempre a vitória é a melhor coisa que acontece, agora nós estamos aqui dentro e dependemos de vitórias e títulos, é assim que funciona a nossa profissão”, completou Serginho.