Aos 30 anos de idade, estudante de educação física, o “jogador raiz” como se intitula foi a atração da Live semanal do Instagram da LNF. Na conversa com o repórter João Barreto, da LNFTV e TV NSports, Vitor Nascimento contou algumas curiosidades de sua carreira. Natural de Aracaju, atualmente joga pelo Minas, mas até chegar a Belo Horizonte, onde ficou durante todo o período de isolamento social, rodou bastante. Confira abaixo os principais trechos do bate papo.

Adolfo Pegoraro

Vitor defendendo o Minas na última LNF

Treinos: Agora nas últimas semanas que estamos retomando as atividades mais próximas a jogo. Fizemos muitas reuniões táticas até com convidados. Foram mais de 100 reuniões: PC Oliveira, Marquinhos Xavier, Vinícius, pessoal de outros esportes participaram. Foi fera demais.

Início: Sou jogador raiz, de jogar descalço, no cimento na escola. Com 12 anos iniciei a jogar e com 17 achava que não iria dar certo. Um treinador organizou uma pelada e eu joguei pra caramba. Isso foi final do ano e no início do ano seguinte eu fiquei 30 dias fazendo testes na Cortiana. E tinha muita gente fora de série. Mas era minha chance e ralamos muito, eu e outro amigo, e conseguimos ficar.

Minas: O time está encaixado e estamos sentindo que vamos incomodar. Temos muita molecada e não vemos a hora da Liga começar para botar em prática o que estamos treinando.

Maior jogador com quem atuou: Para mim é o Gadeia. É completaço. E o que ele treina é um absurdo, por isso está onde está.

Sonho no futsal: Tenho o sonho de ganhar a Liga e ser eleito o melhor fixo. Tenho mentalizado isso na minha cabeça e conquistar isso na minha carreira.

Jogar a LNF: Nessa competição se enfrenta os melhores. O nível de exigência técnica e tática é enorme. Jogo desde 2011 e para nós é como se fosse a Champions no futebol de campo.

Quinteto ideal: Goleiro Gian Wolverine, fixo Boni, Gadeia pela direita e o Jackson ou Baron pela esquerda, e de pivô o Dieguinho.

Na próxima semana teremos uma Live especial. Em breve divulgaremos.