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Pivô em ação na Copa da UEFA, principal competição de clubes do futsal europeu

Na última temporada, o pivô Betão embarcou rumo à Itália com a missão de encarar mais uma Copa da UEFA, mas desta vez aos 39 anos. A dúvida, porém, foi esquecida logo de cara, antes mesmo do campeonato europeu. Pela equipe da Luparense logo nos primeiros jogos da Liga Italiana, o pivô mostrou que estava pronto para disputar o campeonato mais difícil da modalidade.

“Conheço bem o futsal italiano, então não tive muito problema com a adaptação. Tive bons momentos pela Luparense e fisicamente estive muito bem. Apesar de não termos o conquistado o título europeu, foi uma boa temporada em San Martino di Lupari”, disse o pivô, que por muito pouco não conseguiu levar a Luparense para o Final Four, quadrangular final da Copa da UEFA.

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Pivô Betão de olho na LNF após boa temporada na Itália

Após o torneio continental, Betão buscou novos ares na Itália e foi negociado com o Real Rieti. Por lá, o jogador foi peça fundamental no esquema ofensivo da equipe tendo anotado 9 gols em 20 jogos, média de quase 0,5 gol por jogo.

“No Real Rieti, eu tive muitos minutos de quadra, parecia um menino (risos). Estive longe das lesões durante toda a temporada e conseguimos chegar às semifinais da Liga Italiana. Definitivamente foi uma temporada muito positiva”, analisou o jogador.

Após a temporada europeia, o pivô foca suas atenções em um novo desafio. Apesar de ter como preferência o futsal nacional, não descarta um retorno ao continente europeu. “Estar em casa, no Brasil, é sempre um atrativo, mas não descarto um retorno à Europa. Estou muito bem fisicamente e isso me deixa ainda mais animado para topar outros desafios. Ainda tenho muita lenha para queimar no futsal”, completou o pivô.

Além de diversas premiações individuais, o pivô Betão tem em seu currículo títulos mundiais por seleções e por clubes. É campeão sul-americano e pan-americano pelo Brasil, além de campeão da LNF e bicampeão da Copa da UEFA.